Os Doze
Passos
“Os Doze Passos” são a
essência do programa de A.A. para a recuperação
pessoal do alcoolismo. Mão são teorias abstratas:
baseiam-se na experiência , nos êxitos e fracassos
dos primeiros membros de A.A. Descrevem as atitudes e as atividades
que foram importantes para ajudá-los a alcançarem
a sobriedade. A aceitação dos “Doze Passos”
de forma alguma é obrigatória....”
(extraído do livreto: “44 Perguntas”,
com autorização da JUNAAB) 1. Admitimos
que éramos impotentes perante o álcool - que
tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós
mesmos poderia devolver-nos a sanidade.
3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados
de Deus, na forma em que O concebíamos.
4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral
de nós mesmos.
5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante
outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse
todos esses defeitos de caráter.
7. Humildemente, rogamos a Ele que nos livrasse de nossas
imperfeições.
8. Fizemos uma relação de todas as pessoas
a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar
os danos a elas causados.
9. Fizemos reparações diretas dos danos causados
a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las
significasse prejudicá-las ou a outrem.
10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando
estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
11. Procuramos, através da prece e da meditação,
melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que
O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua
vontade em relação a nós, e forças
para realizar essa vontade.
12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças
a esses Passos, procuramos transmitir essa mensagem aos alcoólicos
e praticar esses princípios em todas as nossas atividades.
As Doze Tradições
“As Doze Tradições” de A.A. são
os princípios sugeridos para assegurar a sobrevivência
e o crescimento dos milhares de grupos que compõem
a Irmandade. Baseiam-se na experiência dos próprios
grupos durante os cruciais da formação do movimento...”
(extraído do livreto: “44 Perguntas”,
com autorização da JUNAAB) 1. Nosso bem-estar
comum deve estar em primeiro lugar; a reabilitação
individual depende da unidade de A.A.
2. Somente uma autoridade preside, em última análise,
o nosso propósito comum - um Deus amantíssimo
que Se manifesta em nossa consciência coletiva. Nossos
líderes são apenas servidores de confiança;
não têm poderes para governar.
3. Para ser membro de A.A., o único requisito é
o desejo de parar de beber.
4. Cada Grupo deve ser autônomo, salvo em assuntos
que digam respeito a outros Grupos ou a A.A. em seu conjunto.
5. Cada Grupo é animado de um único propósito
primordial - o de transmitir sua mensagem ao alcoólico
que ainda sofre.
6. Nenhum Grupo de A.A. deverá jamais sancionar, financiar
ou emprestar o nome de A.A. a qualquer sociedade parecida
ou empreendimento alheio à Irmandade, a fim de que
problemas de dinheiro, propriedade e prestígio não
nos afastem de nosso objetivo primordial.
7. Todos os Grupos de A.A. deverão ser absolutamente
auto-suficientes, rejeitando quaisquer doações
de fora.
8. Alcoólicos Anônimos deverá manter-se
sempre não-profissional, embora nossos centros de serviços
possam contratar funcionários especializados.
9. A.A. jamais deverá organizar-se como tal; podemos,
porém, criar juntas ou comitês de serviço
diretamente responsáveis perante aqueles a quem prestam
serviços.
10. Alcoólicos Anônimos não opina sobre
questões alheias à Irmandade; portanto, o nome
de A.A. jamais deverá aparecer em controvérsias
públicas.
11. Nossas relações com o público baseiam-se
na atração em vez da promoção;
cabe-nos sempre preservar o anonimato pessoal na imprensa,
no rádio e em filmes.
12. O anonimato é o alicerce espiritual das nossas
Tradições, lembrando-nos sempre da necessidade
de colocar os princípios acima das personalidades.
|